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Recebi, junto com o Raphael Slonik, um convite do Bira Jones para falar das 10 melhores séries de TV de todos os tempos, então o fiz. Na verdade eu gosto de memes, só não gosto da obrigação de respondê-los, nem de ter que sair convidando gente.
OK, gosto mesmo é de trabalhar em cima de temas sugeridos.
Gosto tanto que criei este blog, somente para publicar os memes que porventura apareçam em minha caixa-postal.
Mas… isso é papo para outro blog. A primeira parte do meme está aqui. Já a segunda parte, é só continuar lendo.
6 - Star Trek (todas as encarnações)
Explodir estações espaciais com torpedos de próton, acertando uma saída de ventilação de dois metros de largura é fácil. Qualquer guri fazendeiro faz isso. Já explora o Universo, usando inteligência, diplomacia e só apelando para a força em último caso é diferente. Star Trek apelava para áreas do cérebro diferentes das áreas estimuladas por Star Wars. Aqueles de nós que sabiamos não sermos capaz de pilotar um X-Wing, sonhávamos com a cadeira do Kirk, ou o visor do Spock.
A série original era extremamente ousada, abusando do conceito de que se for “ficção científica”, então tudo bem. Guerras entre povos por motivos raciais (um grupo tinha o rosto metade branco-metade preto e o outro metade-preto e metade-branco) eram ridicularizadas; o recurso da ironia (viram, salsinhas?) fazia o espectador pensar; “poxa, que idiotas, eles são idênticos, a diferença é mínima, como podem se acusar de inferioridade racial e…”
Não podemos esquecer um Japonês (a 2a Guerra só havia acabado 21 anos antes) e um russo na tripulação, mulheres em posição de chefia, sendo tratadas de igual para igual, e até -que horror para 1966- Kirk beijando uma negra em plena TV, fato que fez algumas emissoras do sul dos EUA censurarem a cena.
Depois disso Star Trek teve várias encarnações, inclusive discutindo seus próprios defeitos. Aquele futuro lindo idealizado não era tão perfeito assim, como vimos em Deep Space Nine, talvez a melhor de todas as séries. Isso só melhorou a mensagem da série: Nossos Ideais podem, e devem ser maiores que nós mesmos. O objetivo não é “não errar”, é impossível. Você vai errar. Só que você deve errar por algo nobre, não algo mesquinho.
A mensagem de sacrifício, amizade, dever, honestidade, honra passada em Star Trek nunca foi superada por nenhuma série. Se há uma série que pode ser usada para a formação do caráter de uma criança, é esta.
PS: Não, não gostávamos de Star Trek pra aprender a pegar mulher como Kirk. Em 79 episódios ele só beijou umas 15 mulheres e mais da metade forçado. Aos finalmentes não foi praticamente nenhuma vez. Como conquistador ele é um fracasso.
Gibis são para crianças. Filmes baseados em gibis devem ser bobinhos como os gibis. Isto é, pensam os cineastas que não lêem gibis. Séries de super-heróis seguem a mesma linha. Algum idiota com a cueca por fora da calça, voando em um efeito-especial vagabundo e destruindo paredes de isopor.
Histórias como Watchmen, Cavaleiro das Trevas, Ronin, nada disso era conhecido da mídia televisada. Até que um sujeito chamado Tim Kring (que nem grande fã de quadrinhos é, mas é inteligente o bastante para respeitar o meio) bolou uma história com uma estrutura de história em quadrinhos, super-referencial, envolvendo pessoas com super-poderes (não necessariamente super-heróis) no mundo real.
A trama de Heroes segue o modelo de cliffhanger, dos seriados de cinema dos anos 30, onde cada episódio terminava com uma mocinha pendurada em um abismo (daí o nome) ou algo do gênero. Só que ao contrário de outras séries que tentaram o modelo, Heroes está muito bem estruturado. Tudo faz sentido, e tudo “está lá”, não é como os livros da Agatha Christie, onde a trama só se explica se tudo for absolutamente perfeitamente minimamente encaixado na “solução”.
Heroes não fica escondendo a trama, nem soltando pistas falsas. O espectador recebe respostas toda semana, junto com um aumento de complexidade da trama. O que não quer dizer que a resposta da semana deixe de ser relevante. Ela importa, e pode ser usada mais adiante na série. Heroes é um passeio guiado, não uma tarde perdido no parque.
Os personagens são excelentes, pois as pessoas reagem de forma diferente, você pode ficar em crise por causa de seus poderes, como a Claire, pode usar sua telepatia para descobrir que é corno, como o policial-rosquinha, ou pode achar o máximo ter super-poderes e querer salvar o mundo, como o sensacional Hiro.
Heroes foi a série mais vista do ano, já gerou uma série derivada e está todo mundo doido esperando sua segunda temporada, que começa 24/9/2007.
Os anos 80 eram cheios de séries com heróis absolutamente bons e incorruptíveis. Humanos não são assim, desculpe. Eu quero ver gente de verdade de vez em quando. Vinnie Terranova era gente de verdade.
Agente do FBI trabalhando disfarçado dentro de uma família mafiosa, foi galgando posições até se tornar braço-direito e melhor amigo de Sonny Steelgrave, um chefão da máfia que era mau, sim, mas extremamente leal com seus amigos e funcionários.
Vinnie foi sacaneado pelo FBI mais de uma vez, mas manteve sua missão. Nunca pensou em se virar para o lado “do mal”, mas entendeu que bem e mal não são conceitos absolutos. Você pode ser mau para uns e bom para outros. O mundo preto-e-branco das séries, aqui era cinza.
Quando a mãe de Vinnie foi assaltada e espancada por um ladrãozinho, a polícia como sempre nada fez. No final do episódio, Sonny aparece dirigindo a limusine, chama Vinnie para entrar e diz “feliz aniversário”. No banco de trás o corpo do ladrãozinho, com direito a laço de fita. O episódio encerra com Vinnie dando um sorriso.
Quando a mulher (em processo de divórcio) de Frank, chefe do Vinnie no FBI precisa de um transplante de fígado, e não pode fazer por ser alcoólatra, quem salva a situação é o Vinnie. Ele usa sua “reserva particular”, pois não repassa todo o dinheiro pago por Sonny. “Você acha que eu não sei que o FBI pode decidir que sou um incômodo? Eu não ando em um carrão, minha mãe mora na mesma casa que sempre morou. Mas não sou inocente. Tenho que poder desaparecer, se for necessário”. Frank decide não entregar o Vinnie, pega o dinheiro e paga a cirurgia.
O Homem da Máfia foi a primeira série que vi a famosa cena “você não vai atirar, você é um policial, você tem honra, um código de conduta, etc” terminar de forma diferente. Digamos que um falso primo do Sonny veio da Itália, barbarizou meia cidade, arrumou um monte de problemas, se engraçou com a namorada do Vinnie e depois de invadir a casa, estuprá-la e matá-la, achou a identidade do FBI. E confrontou Vinnie, com a famosa frase.
Esse foi um episódio que terminou com um BANG!
Finalizando, Ken Wahl, que fazia Vinnie Terranova é um Jedi. É um sujeito que respeito MUITO. Vejam o que diz a Wikipedia:
De 1984 a 1991 ele foi casado com Corinne Alphen, coelhinha da Penthouse. Respeitável, né? Melhora.
Esposa e cunhada. Ou cunhada e esposa? Tanto faz. MESMO.
Em 1997 ele casou com Shane Barbi, ex-coelhinha da Playboy. Em 2003 ela e sua irmã gêmea, Sia Barbie, processaram a revista Hustler, para que Larry Flynt não publicasse fotos de “atos sexuais íntimos” entre as duas. Em uma entrevista para o Howard Stern, Shane disse que ela “compartilha” o marido com a irmã.
Vou construir um altar em casa pra esse cara.
Vamos ver; humor inteligente, referencial, uma edição de videoclip antes de virar moda, convidados especiais, Francisco Milani. Tudo para ser um sucesso.
Armação Ilimitada foi uma das melhores séries que já passaram na TV brasileira. Sem aquela coisa meio mundo-cão de Carga Pesada, sem aquele clima de dramalhão de Malu Mulher, foi uma série para um público jovem, até então esquecido nas grades das emissoras.
A série foi a Redenção das Feiosas. Enquanto em todo lugar só se viam gostosas de biquini, as mulheres legais tiveram sua vez. Todo mundo queria comer a Zelda Scott, mesmo ela sendo magrela, de óculos e meio desajeitada. Andréa Beltrão nunca pensou em virar símbolo sexual, mas o alto-astral faz milagres.
Os roteiristas eram excelentes, quem vê a Patrícia Travassos falando das maravilhosas propriedades do chá de erva carqueira de folha longa no interior do Pará do Sul não acredita que ela escrevia (e de vez em quando participava de) Armação.
As referências eram incríveis, nem MacGyver escapava. O Chefe da Zelda (saudoso Milani) com suas intervenções… ela batendo na porta “chefe, quero falar com o senhor”. “Agora não, Zelda, estou despachando” “mas chefe, é importante” “estou despachando, Zelda!” Ela entra, o escritório dele virou um terreiro de umbanda, ele está com a cara pintada de preto, roupa de pai de santo, arriando um ebó. Trilha sonora ao fundo, Tenda dos Milagres. “eu falei que estava despachando, Zelda!” Hoje isso seria politicamente incorreto demais. Infelizmente.
Kadu Moliterno e André de Biasi eram modelos a seguir. Geração-saúde sem chatice pedagógica, alto-astral sem a porra-louquice hippie que cansaria depois de alguns episódios, e uma senhora sensação de que se divertiam tanto quanto a gente.
Tudo isso com intervenções da melhor DJ do planeta, Black Boy, interpretada por Nara Gil, uma prova de que ele consegue fazer filhas que não são chatas, incômodas e pretensiosas.
Era complicado achar uma série que a gente pudesse se identificar mais intimamente. As séries com jovens e adolescentes, como Barrados no Baile tinham muito do dia-a-dia de Beverly Hills, e convenhamos, não era exatamente como o Brasil. Anos Incríveis por outro lado contava a entrada na adolescência de um garoto no final dos anos 60, longe dos grandes centros. É uma fase da vida especialmente complicada, e a mais universal. Mesmo estando já longe daquela idade, as lembranças ainda eram bem fortes.
Eu me identifiquei com Kevin Arnold, acompanhei suas pequenas derrotas e conquistas, comparei com as minhas, torci por ele como gostaria que alguém tivesse torcido por mim. Odiei profundamente aquela VACA da Winnie Cooper, e a perdoei quando Kevin a perdoou. Chorei no último episódio, com orgulho.
Anos Incríveis não foi uma série feita para mudar ninguém, mas sim para nos fazer perceber o quanto mudamos.
Aliás quem mudou bastante foi a Danica mcKellar, que fazia a Winnie Cooper, a lambidinha do canto direito da foto aí de cima. Vejam como ela está, em uma imagem recente…






26 responses so far ↓
Vinny // Jul 27, 2007 at 8:55 am
Realmente a Deep Space 9 é a melhor série de Star Trek já feita. O episódio que mostra como o Capitão Sisko “convenceu” os romulanos a entrarem na guerra contra o Dominion ao lado da Federação é simplesmente o melhor de todos!
E a Winnie… Ah, Winnie…
Eduardo // Jul 27, 2007 at 9:32 am
Nunca fui tão apaixonado por alguém como o fui por Winnie Cooper. Ah, Kevin, suas desventuras eram as minhas desventuras… Melhor série de todas, pois foi a que mais emocionou me emocionou!
gilson // Jul 27, 2007 at 10:01 am
hehe, respndi esse meme e achei injusto. Para mim tinha que ser um Top 100. Muitas séries bacanas ficaram de fora. O Homem da Máfia foi uma.
Eric Souza // Jul 27, 2007 at 10:02 am
Putz, que eu me lembre as 3 melhores séries realmente estão aí na lista: Heroes, Armação Ilimitada e Anos Dourados(que eu adimito, nem lembrava mais). Não lembro de ter visto o último episódio dessa, mas sempre gostei pacas. Mas acho que faltou uma citação da irmã do Kevin, oh loirinha gata.
E a japinha ta uma coisinha hoje. o.O
Rafael // Jul 27, 2007 at 10:25 am
A trama de Heroes é realmente uma das melhores tramas de super-heróis que eu já vi.
Mas se o blog é pra participar de memes, te proponho este:
http://rafaelporto.blogspot.com/2007/07/eu-sou-nerd.html
10 motivos pelos quais me considero nerd!
hehehehh
Se não quiser participar, a passada no blog e sua opinião já valem muito.
Rafael // Jul 27, 2007 at 11:00 am
Anos Incríveis com certeza é a melhor. Esta série so não foi lançada ainda devido aos direitos autorias das musicas que fazem parte pois são muitas.
Mas quando lançarem em DVD fará muito sucesso.
Gostei do “Cardosonet” ao lado. heheh
T+
Cassidy // Jul 27, 2007 at 12:57 pm
Cara uma das coisas que a internet me trouxe de bom foi poder rever estas maravilhas!
Estou baixando o Anos Incríveis inteirinho.
Essa realmente foi um obra que soube como mexer com o emocional de muita gente como poucas… de estar como uma das melhores séries em inúmeras listas.
Josué Gomes // Jul 27, 2007 at 1:29 pm
Anos Incríveis sem dúvida. Na época (95, 96) era febre. Aproveitando a cotação 1 pra 1 comprei a trilha sonora que tenho até hoje.
Mas também sou nerd. Star Trek é obrigação gostar
Danilo Máximo // Jul 27, 2007 at 1:37 pm
Pow!
Sem dúvida, Anos Incríveis foi show!!!!
A série foi muito útil pra mim pelo fato de a adolescência ser a fase da vida de maior transformação e dúvida. Ela me ajudou a compreender muitos conflitos pelo qual passei nesta fase cheia de frustrações e inseguranças…
E, também, a série Armação Ilimitada foi a dose de adrenalina que faltava na vida da garotada dos anos 80… muito divertida!
Eu queria viver igual a eles… e quem não queria, não é verdade?
hehe
Guilherme Nascimento Valadares // Jul 27, 2007 at 2:01 pm
Cara, eu adorava Armação Ilimitada! Eu e meus primos não perdíamos um capítulo. Ótima lembrança!
Abração,
Guilherme
http://www.papodehomem.com.br
Donizetti // Jul 27, 2007 at 2:29 pm
Essa foto da Danica me deixou com cãibra no braço! Gostei da sua idéia, vou te convidar para responder os memes que aparecerem pra mim…
RoninBone // Jul 27, 2007 at 6:11 pm
Olá Cardoso,
Ótimas escolhas, ficou muito bem “explicado”. Mesmo sem convite para o meme, fiz minha lista na seção top 9.0 do meu blog. Se puder olhar e comentar, agradeço muito… Ah, isso não é uma tentativa barata de discutir o mesmo, é só para confrontar as opiniões. O link direto é http://baldorium.blogspot.com/2007/07/top-90-sries-que-voc-deveria-assistir.html
andero // Jul 27, 2007 at 8:35 pm
Com certeza Anos Incríveis não poderia faltar…
TioSolid // Jul 27, 2007 at 11:04 pm
Lembrando que o marlin manson fazia parte do elenco de anos incriveis..
Lu // Jul 27, 2007 at 11:13 pm
Esqueci-me de mencionar esse aspecto de Heroes, que entrega a história aos poucos, saciando a curiosidade do espectador ao mesmo tempo em que cria novos enigmas. É justamente o que Lost NÃO faz.
Sobre Kirk como conquistador, o pior é lembrar que ele teve de deixar morrer a única mulher que ele realmente amou (e foi correspondido).
Anos Incríveis e Armação Ilimitada eram ótimas, mesmo! Entrariam no meu Top 20, se eu fizesse um.
E por falar em seriados, o Contraditorium Séries entrou em coma, por acaso?
As 10 Melhores Séries de Todos os Tempos » Dia de Folga - informação com gelo e laranja // Jul 27, 2007 at 11:39 pm
[...] nesse processo. (Por que me lembrei, agora, de mencionar isso? Porque acabei de ler o texto do Cardoso, que fala desse aspecto da [...]
Beto // Jul 28, 2007 at 1:46 am
A Danica mudou muito mesmo.
Além de gostosa pra cacete, fez matemática, e ajudou a demonstrar um teorema (Chayes-Mckellar-Winn):
http://revistagalileu.globo.com/EditoraGlobo/componentes/article/edg_article_print/1,3916,1023718-3030-1,00.html
José Luís // Jul 28, 2007 at 2:34 pm
Muito boa seleção de séries. Não tentarei colocar em ordem mas gostei mais de Anos Incríveis e Armação Ilimitada, Heroes, Star Trek, Battlestar Galactica (as duas), House e Scrubs.
Mas, uma dúvida, qual a série derivada (spin-off) de Heroes?
admin // Jul 28, 2007 at 2:43 pm
Heroes: Origins, ainda está em pré-produção.
Liliana // Jul 28, 2007 at 3:19 pm
Querido Cardoso, boa sorte neste seu novo empreendimento! Adorei a idéia.
Beijos!
ninguem // Jul 29, 2007 at 1:36 am
A lista tah realmente boa
beigosnauma
vejo tudo e não morro // Jul 29, 2007 at 11:09 am
(mais uma) ótima idéia, Cardoso!
abs!
London // Jul 31, 2007 at 5:01 pm
Star Trek é imbátivel, e alembrança de que no futuro teriamos, japonese, russos, escoceses, mulheres, americanos e vulcanos trabalhando juntos, sempre me lembra da dúvida do embaixador do Irãn que perguntou ao Bush porque não haviam árabes na tripulação da enterprise….
Abs,
London
Lucas // Aug 2, 2007 at 12:53 pm
Não podemos esquecer um Japonês (a 2a Guerra só havia acabado 21 anos antes) e um russo na tripulação, mulheres em posição de chefia, sendo tratadas de igual para igual, e até -que horror para 1966- Kirk beijando uma negra em plena TV, fato que fez algumas emissoras do sul dos EUA censurarem a cena.
hahahahaha Chuuuuupa, EUA!
Então foi daí que veio o termo cliffhanger! =O
Vou construir um altar em casa pra esse cara.
ahahuahuahuahauhauhauahuahahauha
quem vê a Patrícia Travassos falando das maravilhosas propriedades do chá de erva carqueira de folha longa no interior do Pará do Sul não acredita que ela escrevia (e de vez em quando participava de) Armação
Idem risada acima.
Heroes » Dia de Folga - informação com gelo e laranja // Aug 10, 2007 at 3:23 pm
[...] nesse processo. (Por que me lembrei, agora, de mencionar isso? Porque acabei de ler o texto do Cardoso, que fala desse aspecto da [...]
Thiago Mobilon // Aug 18, 2007 at 8:34 pm
Anos incríveis era muito foda mesmo!
Você sabia que era uma mulher que fazia a voz do Kevin criança? Dá uma olhada
Mas uma coisa eu tenho dúvida ainda. O Paul é ou não é o capeta do Manson?
Vi um Top Top da MTV uma vez que dizia que não, mas depois vi essa foto e bateu a dúvida… :rool:
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